E a vida...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Após mais algum tempo de inadimplência social-web, volto sem saber o que contextualizar em pleno marasmo e irrisórias notícias cotidianas. Estou estudando, trabalhando, analisando algumas coisas, lendo alguns livros, por dentro das notícias, e por fim dislexo.
Sinto-me mórbido, estagnado, preocupado, sei lá. Vontades paralelas da “modinha” urbana, de incoerências sistemáticas. Tenho tido ultimamente visões densas da vida, talvez incompreensão, as vezes penso que devo aceitar essa razão sendo ela  o pragmatismo esperado de longos séculos. Depois de tempos com cientistas consagrados, avanços notórios da sociedade quanto ao ambiente, escritores com seus livros psicolédicos de viagens criativas da imaginação, quadros que nos faziam parar e refletir sobre a vida, imagens que até pouco tempo, como daquele rapaz parado em frente ao tanque de guerra, faziam as pessoas acreditar em si mesmas se findou. Hoje o que nos resta é apenas esperar a tecnologia com seus celulares espetaculares (computadores de mão de certo), Ipad’s, tevês 3D, e uma imensidão de avanços mecatrônicos. O que a “genética” das outras gerações nos deixou foram apenas artísticos; com propagandas proativas que nos incentivam a revolucionar, questionar, como aquela propaganda da TV futura  (E se- conhecimento é irresistível) lembra?! Pois é, mas se fosse aquela propaganda da: havaianas, coca-cola e etc espontaneamente seria lembrada  , pois então,  estamos tão superficiais e acostumados com a fantasia caótica da vida e com o ócio, que paramos de enxergar a vida como um processo evolutivo mas vemos e aceitamos as maneiras impostas pela “mídia” e achamos o máximo, não sabendo que enquanto estamos caminhando à passos largos, dependemos ainda mais dos fatos históricos.
Assistindo ao filme  -O Livro de Eli e ao outro filme -Sem Limites, fiz uma analogia com o que vivemos hoje e o futuro do planeta; enquanto no sem limites a pessoa faz de tudo por uma  pílula  para satisfazer o seu lado egoísta ou carnal e no filme o Livro de Eli, após uma guerra aquilo que para nós não serviria  de nada hoje, viraria alvo de cobiça da sociedade, como um simples perfume, e por aqueles que tinham um entendimento maior, a Bíblia sagrada como alvo para reconstruir uma sociedade. O lado mais incrível é que no “sem limites” a pessoa se alto promove sem pensar no bem da sociedade como simplesmente a cura de uma doença, no paralelo está o protagonista de “O Livro de Eli” guiado por Deus para levar a palavra d’Ele, de forma literal e conseqüentemente em sua mente vivendo de forma justa.
Essas simples análises dos dois filmes foram apenas uma instrução para te alertar para a vida, será que você vive de uma maneira justa? Será que a justiça do mundo moderno te faz bem mesmo?
Enquanto me sinto perplexo com esse mundo energúmeno e perto da destruição de forma geral do homem e do mundo, não quero ser aquele “maluco” revolucionário-destruidor-psicopata, igual alguns por aí capaz de virar terrorista por desgosto do mundo, quero ser apenas aquela pessoa “doida” por Jesus, indiferente do mundo, esperando que algum dia que você querido congênere leitor faça parte de uma tribo proativa, que deixe o amor ser a essência da sua vida, para fazer a diferença de forma inteligente ou mata e morra por uma pílula científica que lhe der poder para usar sua mente de forma egoísta sendo que o maior favor que faz pra si mesmo pra usar sua capacidade raciocínio de forma eficaz e eficiente seja somente a obediência a Deus.

#QUESTIONE , #DESCUBRA, #MUDE, O conhecimento é Irresistível. #Proatividadejá 

2 comentários:

Soriane disse...

é você falou de um tema e o usufruiu do próprio,foi tão concreto quanto abstrato.

quem quiser saber mais sobre "Conhecimento" leiam as teorias de Schopenhauer e Nietzsche

vamo lá gente avante no oceano aberto da reflexão (: ..
afinal oconhecimento é inresisitível ? né não ?

caminhando em graça disse...

concordo com voce pois estamos sendo corroidos pela ineficiencia do vazio,da coisificaçao so vivendo assencia que é jesus pra se saber o que é viver